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Guia3 min de leitura

Onde vai o dinheiro de cada operação

Uns 95% do que você paga de taxa de rede é energia, o processamento da operação. O resto é banda. Pra onde vai cada real da taxa, por que o preço cheio custa tanto e como pagar menos.

Gustavo Coelho · Cofundador da FraktoAtualizado em
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Em poucas palavras

  • Cada operação consome dois recursos da rede, a energia (processamento) e a banda (espaço).
  • A energia é perto de 95% do preço cheio. A banda fica com o resto.
  • Sem esses recursos na carteira, a rede cobra o preço cheio direto do saldo.

No extrato aparece "taxa" e pronto, sem dizer o que tem dentro. Vale abrir essa linha, porque é ali que está quase tudo que dá pra cortar.

01Os dois recursos que toda operação gasta

A rede é uma estrutura compartilhada. Na Tron, a rede com mais USDT em circulação, cada operação usa um pedaço dela, e esse pedaço é cobrado em dois recursos.

Energia

O processamento. Toda vez que uma operação mexe num saldo, a rede executa uma pequena rotina pra conferir e registrar a mudança. É o recurso mais caro da conta.

Banda

O espaço. Cada operação ocupa alguns bytes no registro da rede. A rede dá um pouco de banda grátis por dia pra cada carteira, que acaba rápido em quem opera em volume.

02Quanto pesa cada parte

Numa operação comum, quase todo o preço cheio vai pra energia. A banda é uma fração pequena, mas aparece em toda operação depois que a cota grátis do dia acaba.

Do preço cheio de uma operação comum
Energia95%Banda5%
Energia processamento, perto de R$ 11Banda espaço, perto de R$ 0,60

Proporção aproximada pelas regras de preço da rede em 2026, numa operação comum. Os valores em reais seguem a cotação.

03O que acontece quando a carteira não tem esses recursos

Se a carteira não tem energia nem banda, a operação sai do mesmo jeito. A rede desconta o equivalente do saldo, no preço cheio, e ninguém recebe aviso. A operação funcionou, então parece que está tudo certo. É assim que se paga o preço cheio por anos sem perceber.

Esse preço cheio ficou entre R$ 11 e R$ 12 por operação nos últimos meses, convertido pela cotação de cada dia. Os detalhes de por que ele muda estão em por que a taxa de rede muda de um dia pro outro.

04Três jeitos de cobrir a conta

Dois dos três jeitos de pagar esses recursos não prendem dinheiro. Só um deles é barato.

01Deixar a rede cobrar

O caminho padrão. A rede desconta o preço cheio do saldo da carteira, perto de R$ 11 a R$ 12 por operação.

mais simples e mais caro
02Gerar o próprio recurso

Você trava um saldo grande na moeda da rede e recebe energia todo dia. O saldo fica preso por pelo menos 14 dias quando você quer tirar. A gente conta tudo em gerar o próprio recurso ou contratar.

exige dinheiro parado
03Contratar quem já tem

Quem já tem os recursos entrega na sua carteira na hora da operação. É o que a Frakto faz, em reais e com nota fiscal, 44% abaixo do preço cheio.

nada travado

05O que fica com você

Nos três jeitos, ninguém mexe no seu saldo nem na sua chave. A taxa é só o custo de usar a rede. Quanto vai, pra onde vai e quem recebe continua sendo decisão sua, assinada por você. Mais sobre isso em autocustódia.

?Perguntas sobre este assunto

  • É o processamento que a rede usa pra conferir e registrar cada operação que mexe num saldo. É a parte mais cara da taxa.

  • É o espaço que cada operação ocupa no registro da rede. Cada carteira ganha um pouco por dia, que acaba rápido em quem opera em volume.

  • A operação sai mesmo assim, e a rede desconta o preço cheio direto do saldo da carteira.

Fontes

  1. Resource Model: energia e bandaDocumentação oficial da rede · consultado em 13 out 2026
  2. Custo por operação na rede, média diária dos últimos 90 diasFrakto · consultado em 13 out 2026
Escrito por Gustavo Coelho, cofundador da Frakto · · atualizado em
Quem escreve: Gustavo Coelho, cofundador da Frakto

A Frakto paga a taxa de rede das operações de mesas OTC, gateways e fintechs de forma otimizada, 44% abaixo do preço cheio, em reais e com nota fiscal. Empresa brasileira, CNPJ 68.443.053/0001-10.

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